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Bovino Couro

PCQC - Programa de Classificação da Qualidade do Couro

Video Curtume

A divisão de couros do Independência possui uma das plantas mais modernas do mundo. O nível de automação industrial garante produtos com padrão de curtimento constante, mantendo medidas e seleções que atendam aos mais diversos segmentos do mercado, como calçados, estofamento automotivo, estofamento mobiliário, vestuário e artefatos em geral.

Buscando a excelência, a empresa foi a pioneira na implantação de um programa de classificação da qualidade do couro (PCQC) que integra produtor, indústria frigorífica e indústria curtidora, incentiva e orienta o fornecedor quanto à qualidade da produção através do manejo adequado e de um sistema de rastreabilidade da matéria-prima. Esta inovação do Independência com relação à qualidade do couro é decisiva para a conquista de novos mercados .

Melhorando a qualidade das peles
Para escoarmos toda a produção brasileira, precisamos exportar. Portanto, precisamos buscar qualidade. O Programa de Classificação da Qualidade do Couro envolve uma parceria do pecuarista com indústria através de práticas adequadas de manejo. Mas também exige, na integração Frigorífico/Curtume, uma constante qualificação e treinamento de mão-de-obra especializada para trabalhar com máquinas e equipamentos de tecnologia adequada ao beneficiamento do couro. Tudo isso faz parte de um trabalho criterioso para melhoria da qualidade das peles.

Classificação x Valorização
Para participar do Programa de Classificação do Couro, o pecuarista deverá fornecer bovinos para o Independência, nas unidades de Nova Andradina, Anastácio, Presidente Venceslau e Campo Grande negociando um lote superior a 17 animais. Os negócios precisam de valorização para crescer, por isso o Grupo Independência é pioneiro na premiação de peles de animais que apresentem qualidade. No Programa de Classificação de Qualidade do Couro, quanto mais qualidade tiver a pele do seu animal, melhor será a sua rentabilidade. O couro é classificado em sete categorias, sendo da 1ª a 6 ª categorias e mais o refugo.

Tabela de Premiação
POR PELE DE ANIMAL
CLASSIFICAÇÃO RENTABILIDADE PRÊMIO R$
1ª e 2ª 100% 25,00
70% 17,50
50% 12,50
15% 3,75
5% 1,25
Refugo 0% 0,0
Quando a porcentagem de refugo ultrapassar 10% do total do lote, o incentivo será suspenso para aquele lote.

Etapas de classificação
A etapa inicial de classificação começa no curral, quanto é feita a primeira avaliação geral do lote. Após, os animais são abatidos seguindo para a esfola feita com facas pneumáticas. Na etapa seguinte é feita a identificação das peles, onde ocorre a marcação do código do pecuarista. A fase final ocorre no Curtume Independência, onde o couro passa pelo processo de caleiro e são retirados os pêlos. É a partir daí que já podem ser visualizados mais claramente os defeitos e a qualidade da pele, o que permitirá bonificar o pecuarista de acordo com as categorias do Programa.


Classificação 1ª e 2ª
Couros livres de defitos naturais; de manejo (parasitas, escoriações, transporte); marcação d fogo a baixo da linha da barriga ou na cara.
Classificação 3ª e 4ª
Couros com incidência de carrapatos, não apresenta defeitos abertos (riscos profundos, marcação de fogo profunda) e com marcação de fogona área abaixo da linha da barriga ou na cara.
Classificação 5ª
Couros com uma pequena incidência de carrapatos, pode apresentar também algumas escoriações cicatrizadas e riscos leves, e com marcação de fogo na área da linha da barriga.
Classificação 6ª
Couros com incidência de carrapatos, alguns riscos mais fundos, escoriações cicatrizadas até duas marcações de fogo, desde de que estejam fora da área nobre do couro, algumas marcas de bernes ja cicatrizadas e marcas causadas pela mosca do chifre.
Classificação 7ª ou Refugo
Couros infestados de carrapatos, bernes abertos, escoriações profundas, riscos profundos, marcação de fogo sem critérios atingindo a área nobre do couro.



Agentes da Baixa Qualidade
No Brasil, 80% dos defeitos dos couros tem origem no campo, e são causados por:

 
*Bernes Abertos
(lesões não cicatrizadas)
*Bernes Fechados
(lesões cicatrizadas)

 
*Escoriações: Riscos abertos
(recentes) e risco fechado
*Marcas a Fogo

 
*Medalhão (Dermatofilose)
e verrugas (Papilomatose)
*Carrapatos Recentes
(pintas negras)


Cuidados básicos no manejo
O melhor couro é você quem faz. Cuide bem do manejo do seu animal. Medidas sanitárias e de manejo diário na lida com o gado devem ser adotadas para reduzir as perdas ocasionadas por defeitos, que comprometem e baixam a qualidade do couro brasileiro.


1. Combater os ectoparasitas (bernes, carrapatos, sarnas, etc.). Eles são os maiores causadores de defeitos na pele do animal.
2. Ter cercas de arame liso ou elétricas para evitar cortes e riscos.
3. Evitar instrumentos como ferrão ou pedaços de pau pontiagudos, pois eles provocam marcas no couro e lesões na carne.
4. O auxílio de cães para o manejo deve ser evitado, pois suas mordidas podem provocar lesões.
5. Retirar de porteiras e mangueiros: parafusos, pregos e pontas e quaisquer objetos perfurantes ou cortantes.
6. O frigorífico e o pecuarista, deverão ser criteriosos na escolha de um caminhão para transportar o gado. Parafusos virados para dentro da carroceria, tábuas pontiagudas, quebradas ou com pontas voltadas para o interior da gaiola, devem ser evitados. Em cada caminhão boiadeiro, deve existir um ferrão elétrico, evitando-se o uso dos ferrões manuais pontiagudos que podem provocar lesões na carne e estragos no couro.
7. As marcas a fogo só deverão serem feitas: na cara ou nas pernas abaixo da linha da barriga - e não devem ultrapassar 11 centímetros de diâmetro, seguindo as normas da ABNT. (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Os benefícios do pioneirismo
A inovação do Grupo Independência em premiar o pecuarista pela qualidade do couro dos animais abatidos em suas unidades, está proporcionando ao produtor a possibilidade de tornar-se um forncedor de couro de qualidade e ganhar com isso. Contribuindo com a conquista de novos mercados e garantindo melhores preços. Vamos trocar a produção de peles de baixo valor pela produção de couros com a qualidade que o Mato Grosso do Sul merece.

SAP
PC Carcaças
PC Couros
Sala do Pecuarista
E-mail:
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Boi Gordo Esalq/BM&F-SP
Data R$/@ US$
04/03 76 45,08
03/03 75,58 45,23
29/02 75,48 44,64
27/02 75,34 45,09
26/02 75,24 44,68
25/02 75,24 44,1
     
Valores à vista
Bezerro Esalq/BM&F-MS
Data R$/Cabeça US$
04/03 508,07 301,34
03/03 507,31 303,6
29/02 507,09 299,88
27/02 506,77 303,27
26/02 506,05 300,51
25/02 505,79 296,48
Bezerro Cepea/Esalq-SP
Data R$/Cabeça US$
04/03 508,85 301,81
03/03 507,9 303,95
29/02 507,36 300,04
27/02 506,55 303,14
26/02 506 300,47
25/02 505,77 296,46
 
Para mais informações agropecuárias: www.cepea.esalq.usp.br
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